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Proveniência de mídia para plataformas de captura

Para quem desenvolve o software que captura a mídia: o que a proveniência acrescenta ao seu produto, o que ela exige da integração, e o que fica com cada lado.

Somos infraestrutura, não um produto concorrente

Se a sua empresa fornece o aplicativo de vistoria, a plataforma de regulação de sinistro ou o fluxo de captura que o cliente final usa, a Provvi não entra no lugar disso. Ela entra embaixo: o seu produto continua sendo o produto, com a sua marca, a sua interface e o seu contrato. O que passamos a fornecer é a camada que registra a origem de cada mídia capturada e a torna verificável depois.

A distinção importa porque muda a pergunta. Não é “trocar de fornecedor”: é acrescentar, ao que já existe, uma propriedade que o seu cliente hoje não consegue demonstrar — que aquela foto saiu daquela câmera, naquele momento, e não foi alterada depois.

O que a camada entrega. Cada captura sai com um registro assinado, no padrão aberto C2PA, que acompanha o arquivo. Quem recebe a mídia pode conferir esse registro sem depender da palavra de quem capturou — e sem depender de nós para a conferência.

O que entra no seu produto

Há três formas de integrar, e a escolha depende de onde a captura acontece hoje:

Forma Quando faz sentido O que você integra
SDK móvel A captura acontece no seu aplicativo, em Android ou iOS Uma biblioteca nativa no app que você já publica
SDK web A captura acontece no navegador, dentro da sua aplicação Um componente na página de captura
Fluxo hospedado Você prefere não embarcar nada e encaminhar a captura Um endereço para onde o seu fluxo envia o usuário, e um retorno

Nos três casos quem orquestra a captura é a camada: controle da câmera, verificação de integridade do aparelho, registro de localização e horário, e a assinatura. O seu produto recebe de volta o identificador da sessão e a mídia autenticada, e segue o fluxo que já tem.

O que o SDK móvel é dono, e o que não é

O SDK é dono apenas da experiência de captura — a tela de câmera e o disparo. Navegação, telas de negócio, identidade visual e cadastro continuam sendo do seu aplicativo. Não há tela nossa no meio do seu fluxo além do momento em que a foto é tirada.

O que a integração exige de você

Três condições concretas, que vale conhecer antes de dimensionar:

O que não exige. Não exige trocar o aplicativo de captura, nem migrar armazenamento, nem adotar um formato proprietário: o registro segue o padrão aberto C2PA e viaja dentro do próprio arquivo de mídia.

O que fica com quem

Decisão De quem é
Interface, navegação e marca do produto Sua
Quem pode capturar, e em nome de qual cliente Sua, pela configuração da licença
Se a mídia é armazenada por nós Sua — inclusive a opção de nunca armazenar; nesse caso só o registro é retido
Controle da câmera, integridade do aparelho e assinatura Da camada
Guarda da chave de assinatura e das âncoras de tempo Da camada

O que o registro afirma, e o que ele apenas relata

Essa separação é a parte que mais importa para quem vai integrar, porque define o que você pode dizer ao seu cliente — e o que não pode.

Parte do conteúdo do registro é conferida pelo servidor contra informação que ele mesmo guarda: entre outras coisas, a integridade do aparelho que capturou. Outra parte é declarada pelo aparelho e viaja junto, sob a mesma assinatura — por exemplo, a localização informada pelo sistema operacional.

As duas coisas são úteis e as duas estão protegidas contra alteração depois da captura. Mas elas não têm o mesmo peso, e um laudo honesto não as apresenta como se tivessem. A documentação técnica diz, campo a campo, qual é qual.

Perguntas que aparecem na primeira conversa

Isso concorre com o meu produto?

Não. Nós não vendemos aplicativo de captura nem plataforma de vistoria, e não atendemos o cliente final no lugar de quem integra. O que fornecemos é a camada de proveniência embaixo do produto de quem já atende esse cliente.

Precisa ser em todo o fluxo de uma vez?

Não. A habilitação é por operador e por carteira, então dá para começar por um cliente, uma linha ou um tipo de captura e ampliar depois, sem bifurcar o produto.

E se o aparelho do usuário for antigo ou estiver comprometido?

A verificação de integridade acontece na captura e o resultado entra no registro. Aparelho fora das versões suportadas simplesmente não captura por esse caminho — o que evita o pior dos mundos, que é um registro com aparência de válido sobre uma captura que não dá para sustentar.

Qual é o esforço da primeira integração?

Depende de como a sua captura funciona hoje: quem já tem câmera própria no aplicativo está mais perto do que quem usa a câmera do sistema. Preferimos dimensionar isso olhando o seu fluxo, na primeira conversa, a publicar um prazo que não valeria para o seu caso.

A conferência depende da Provvi estar no ar?

Não para quem só quer verificar: o registro está dentro do arquivo e segue um padrão aberto, com ferramentas de terceiros capazes de lê-lo. A nossa infraestrutura é necessária no momento da captura, não no da conferência.

Fale com a equipe

Podemos partir do seu fluxo de captura atual e mostrar onde a camada entra, o que muda no seu produto e o que o seu cliente passa a conseguir demonstrar.

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