Somos infraestrutura, não um produto concorrente
Se a sua empresa fornece o aplicativo de vistoria, a plataforma de regulação de sinistro ou o fluxo de captura que o cliente final usa, a Provvi não entra no lugar disso. Ela entra embaixo: o seu produto continua sendo o produto, com a sua marca, a sua interface e o seu contrato. O que passamos a fornecer é a camada que registra a origem de cada mídia capturada e a torna verificável depois.
A distinção importa porque muda a pergunta. Não é “trocar de fornecedor”: é acrescentar, ao que já existe, uma propriedade que o seu cliente hoje não consegue demonstrar — que aquela foto saiu daquela câmera, naquele momento, e não foi alterada depois.
O que entra no seu produto
Há três formas de integrar, e a escolha depende de onde a captura acontece hoje:
| Forma | Quando faz sentido | O que você integra |
|---|---|---|
| SDK móvel | A captura acontece no seu aplicativo, em Android ou iOS | Uma biblioteca nativa no app que você já publica |
| SDK web | A captura acontece no navegador, dentro da sua aplicação | Um componente na página de captura |
| Fluxo hospedado | Você prefere não embarcar nada e encaminhar a captura | Um endereço para onde o seu fluxo envia o usuário, e um retorno |
Nos três casos quem orquestra a captura é a camada: controle da câmera, verificação de integridade do aparelho, registro de localização e horário, e a assinatura. O seu produto recebe de volta o identificador da sessão e a mídia autenticada, e segue o fluxo que já tem.
O que o SDK móvel é dono, e o que não é
O SDK é dono apenas da experiência de captura — a tela de câmera e o disparo. Navegação, telas de negócio, identidade visual e cadastro continuam sendo do seu aplicativo. Não há tela nossa no meio do seu fluxo além do momento em que a foto é tirada.
O que a integração exige de você
Três condições concretas, que vale conhecer antes de dimensionar:
- Plataformas. Android a partir da versão 8.0 e iOS a partir da 16. Em web, um navegador atual com acesso à câmera.
- Conectividade no momento da captura. A âncora de tempo é emitida por uma autoridade externa durante a assinatura. Sem ela, a captura é recusada — não existe o caso de assinar agora e carimbar depois. É uma decisão de projeto: um registro sem hora confiável não serviria para o que ele se propõe.
- Um ponto de verificação na entrada. Quem recebe a mídia precisa conferir o registro em algum momento do processo. Essa é uma chamada antes de a mídia seguir para a análise, e não exige trocar nada do que já existe.
O que fica com quem
| Decisão | De quem é |
|---|---|
| Interface, navegação e marca do produto | Sua |
| Quem pode capturar, e em nome de qual cliente | Sua, pela configuração da licença |
| Se a mídia é armazenada por nós | Sua — inclusive a opção de nunca armazenar; nesse caso só o registro é retido |
| Controle da câmera, integridade do aparelho e assinatura | Da camada |
| Guarda da chave de assinatura e das âncoras de tempo | Da camada |
O que o registro afirma, e o que ele apenas relata
Essa separação é a parte que mais importa para quem vai integrar, porque define o que você pode dizer ao seu cliente — e o que não pode.
Parte do conteúdo do registro é conferida pelo servidor contra informação que ele mesmo guarda: entre outras coisas, a integridade do aparelho que capturou. Outra parte é declarada pelo aparelho e viaja junto, sob a mesma assinatura — por exemplo, a localização informada pelo sistema operacional.
As duas coisas são úteis e as duas estão protegidas contra alteração depois da captura. Mas elas não têm o mesmo peso, e um laudo honesto não as apresenta como se tivessem. A documentação técnica diz, campo a campo, qual é qual.
Perguntas que aparecem na primeira conversa
Isso concorre com o meu produto?
Não. Nós não vendemos aplicativo de captura nem plataforma de vistoria, e não atendemos o cliente final no lugar de quem integra. O que fornecemos é a camada de proveniência embaixo do produto de quem já atende esse cliente.
Precisa ser em todo o fluxo de uma vez?
Não. A habilitação é por operador e por carteira, então dá para começar por um cliente, uma linha ou um tipo de captura e ampliar depois, sem bifurcar o produto.
E se o aparelho do usuário for antigo ou estiver comprometido?
A verificação de integridade acontece na captura e o resultado entra no registro. Aparelho fora das versões suportadas simplesmente não captura por esse caminho — o que evita o pior dos mundos, que é um registro com aparência de válido sobre uma captura que não dá para sustentar.
Qual é o esforço da primeira integração?
Depende de como a sua captura funciona hoje: quem já tem câmera própria no aplicativo está mais perto do que quem usa a câmera do sistema. Preferimos dimensionar isso olhando o seu fluxo, na primeira conversa, a publicar um prazo que não valeria para o seu caso.
A conferência depende da Provvi estar no ar?
Não para quem só quer verificar: o registro está dentro do arquivo e segue um padrão aberto, com ferramentas de terceiros capazes de lê-lo. A nossa infraestrutura é necessária no momento da captura, não no da conferência.
Fale com a equipe
Podemos partir do seu fluxo de captura atual e mostrar onde a camada entra, o que muda no seu produto e o que o seu cliente passa a conseguir demonstrar.
Falar com a Provvi →Leia também: o que a seguradora recebe · o que é C2PA · as sete modalidades de fraude por imagem · perguntas frequentes.